to-resist:

“Sentia vontade de chorar, mas não saía lágrima alguma. Era só uma espécie de tristeza, de náusea, uma mistura de uma com a outra, não existe nada pior. Acho que você sabe o que quero dizer, todo mundo, volta e meia, passa por isso, só que comigo é muito freqüente, acontece demais.”

Charles Bukowski.  (via inverbos)

(via to-resist)

importunarei:

“As pessoas me assustam. Eles mudam de ideia tão rápido. Um momento é “eu te amo” e “você me faz feliz” e o próximo é “Não tenho mais certeza” e “isso não é o que eu quero”.”

Desconhecido.

(via importunarei)

refetuada:

““Sempre me via diferente com pessoas da minha idade, minhas ideias nunca acompanhavam, meus gostos nunca batiam, explicava mil vezes a mesma coisa tentando mostrar meu ponto de vista - meu jeito raramente era compatível com os demais. Fui incompreendido boa parte da minha vida. Era estranho, às vezes eu sentia que carregava uma alma mais velha que meu corpo.””

Sean Wilhelm. 

(Source: wardrunks, via supere-garota-deactivated202304)

legitimei:

“Olha, eu sei que o barco está furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar de remar também.”

Caio Fernando Abreu.

(via to-resist)

inverbos:

“Nunca sei se as despedidas são uma bênção ou uma maldição. Às vezes me sinto amaldiçoado com a saudade e a dor da perda, mas depois de um tempo começo a pensar no quanto tudo seria diferente se algumas coisas tivessem simplesmente permanecido. Quantas chegadas teriam deixado de acontecer se não fosse aquela partida?”

João Pedro Bueno. 

(via supere-garota-deactivated202304)

versificar:

“Calma garota! Você não está perdendo todos, é que chega um dia que os falsos têm que ir embora.”

Tati Bernardi. 

(via to-resist)

gaolivet:

Eu sou uma pessoa bem estressada. Sem rodeios ou metáforas. Eu realmente me irrito muito por muito pouco. Sabe, teve uma vez em que cheguei a ler em uma fonte de um paradeiro não muito confiável de que “as pessoas que mais se estressam por mínimas coisas são as que mais se importam com a gente”. Hoje vejo a calunia disto. Não me cabe no peito um mundo inteiro para amar. Admiro muito os que vivem como a leveza de uma brisa de verão. Eu sempre estive mais para os ventos turbulentos de inverno, com direito a chuvas. É bom ver em alguém a calma que a gente não acha na gente. Já estive mais serena do que hoje, chega a ser bom para a minha própria pele. Mas não é como se o mundo todo me irritasse todos os dias, está mais para sentir que, em alguns dias, eu estou na contramão de tudo que me traria paz.

— Gabrielle Caroline


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